"Isto é do jovem Mozart... Mas a melodia, como todas as melodias dele, leva ao desespero - ou melhor, à esperança. Que quero dizer? Quero dançar, rir, comer bolos cor-de-rosa, beber vinho suave ou forte." Continue lendo
"Desconhecidas figuras! Quem são vocês? Por que andam rua abaixo? Onde vão dormir esta noite, e amanhã?" Continue lendo
Miranda dormia no pomar... estava ou não estava dormindo? Continue lendo
"Doce é o ar da noite. As criadas deixam-se ficar ao redor da caixa de correio ou namoram na sombra da parede onde a árvore derrama sua chuvarada escura de flores." Continue lendo
Um homem... Um homem! Que veio vindo do canto. Que a pegou em seus braços! E eles se beijaram... se beijaram! Continue lendo
É na paisagem acidentada da Cumbria, com seus picos gelados, que se encontra o tarn, um lago muito profundo entre as montanhas. E é nele que Fenwick, escritor atormentado, esconde seus sentimentos mais violentos, motivados pela inveja e pelo fracasso. Continue lendo
"Por quê, se os homens escrevem porcarias assim, deveriam nossas mães ter perdido sua juventude para trazê-los ao mundo?" Continue lendo
A luz, ao deslizar pelo vidro, derrama uma poça verde. Sob os sinos azuis rola uma onda. Continue lendo
"Dela era a inclinação a correr, a meditar em longos passeios solitários, pulando portões, pisando na lama, para através da névoa, do sonho, do êxtase da solidão entrar no coração das matas com pequenas cerimônias a que ninguém assistia, ritos privados, pura beleza que lhe enchiam o espírito de entusiasmo e espanto." Continue lendo
Segundo uma crença indiana hindu, todo ser vivo tem um Senhor da Morte ligado a ele. Ele é representado nas em festivais religiosos como um anão corcunda, que anda sempre preso por uma corrente a um guardião. A ideia é que, enquanto essa corrente não estiver solta ou rompida, a vida que ele deve tirar está segura. [serpente gigante em templo em ruinas] Continue lendo